Um barulho na minha porta Vadia, eu escuto isso Insetos na minha pele Acho que é o Diabo vindo Eu que caminhei sozinho Tremi, senti assustado Quando a bruxa, na floresta Me entregou o sangue gelado Agora os corpos vêm na minha direção Gritando: De novo não! Mas eu seguro um facão A sua pele na minha mão Pai, me perdoe por isso Mas as vozes na minha mente Me tornaram assassino Sigilos na minha frente Toda vez quando eu me deito Eu enxergo silhuetas caminhando no meu leito Sentindo uma dor no peito Meus dias chegam no fim Eu matei, trafiquei, fiz o Satanás feliz E se eu me arrependo? Puta, é claro que não Sou guiado pelas vozes, espíritos do caixão Bebo o cálice enviado por esse louvo sagrado Me ajeito na minha cova Provando o fim do cigarro Para a morte entrego um trago Minha maior prova de amor Sou tomado pela deusa Que um dia te trouxe dor Om Kreem Kalikayai Namah A força virá, muitas cabeças rolar Ela está em seu lugar Obrigado pelas bênçãos E a morte dos inimigos Partirei pra outra vida Tua proteção comigo Obrigado pelas bênçãos E a morte dos inimigos Partirei pra outra vida Tua proteção comigo Obrigado pelas bênçãos E a morte dos inimigos Partirei pra outra vida Tua proteção comigo