Ei, vadia (glacialmane) Glacialmane, filho do Diabo e YUNG EXU Apareço na neblina pronto para te matar Não adianta cê chorar, muito menos implorar Quanto mais você gritar mais prazer eu vou sentir Faça preces pro seu Deus, mas ele não pisa aqui Nós fomos abandonados, somos filhos rejeitados Queimo maço de Marlboro na pele do pela-saco Que falava muita merda, queria colar com nós Amarrei sua vadia, [?] Para disfaçar o cheiro da carne apodrecendo Fui criado no veneno, então vamo cair pra dentro Po vir quente, eu tô fervendo, se eu morrer, não tô nem vendo Tô com o Lucifer no Inferno porque nós é pela ordem Jogo que nós nasceu é o jogo do mais forte Furtar é necessidade crueldade é mais um hobby Invadi sua mansão, o playboy tava de robe Pra sua dor de cabeça, a minha Beretta é o novo Engov Passa a senha do seu cofre se não quer perder seu filho Não temos humanidade, causar sofrimento é vicio Atingindo apoteose e obtendo a gnose Através da sua dor que nós fazemo a nossa sorte Você vai se trombar se tentar enfrentar Venha carregado até com uma AK Eu lanço feitiços, magia africana Os poderes vodun vem de forças antigas Exu Marabô, maldições na sua vida Nessa encruzilhada fechei sua saída Aceite seu fim como um bom suicida Não acha que eu sinto um pingo de remorso Criado na dor, fortaleceu o meu ódio Eu sinto rancor até mesmo de esgoto Se põe em seu posto, não fique nervoso Será devagar que eu trarei seu engodo, vadia Eduardo, Han, é meu nome Locutor do inferno E feito da fome Eduardo, Han, é meu nome Locutor do inferno E feit- e feito da fome Glacialmane, o filho do Diabo YUNG EXU, o filho da serpente Você tá ligado, Black Magic e SLAXXERGANG pra sempre, vadia Você vai morrer, vadia, você vai morrer Você vai morrer, vadia, você vai morrer Arranquei olhos e furei sua pele porque eu posso ser Deus Olhando pra sua cara de medo, me dá mais vontade de quebrar seus ossos Quebrar sua costela no ritual certo e o vendedor certo vai subir os negócios Mas eu não sou o homem dos negócios Eu sou o homem que ama velórios Faço cê lembrar da cena do [?] Não faça perguntas, nem textos me compram Matei um hitman e troquei de corpo Só pra confirmar o que o Diabo trouxe O nosso trato que só a gente sabe Porque no dia 15 não vai ter pai nosso Ave Maria tá cheia de graça Dei um tiro de 12 e acabou os cinco Pacto de sangue eu faço e cultivo Playboy no chão e vodun do Haiti Recitando oração, não nascido Embrião de Satanás, o maldito Ele me disse que eu sou o escolhido Escolho um casal pa deixar paralitico Assustei dois e pedi pra eu fugir Conte até dez, faça eu sumir Pense em quem ama antes de partir Eu fiz chorar, mas também fiz sorrir Ele me disse que tava com frio Então peguei um maçarico Deixei o corpo dos dois escondido Agora [?]