No leito frio, o corpo jaz Um cadáver, um resto, um fim A vida se foi, o espírito voou Deixando apenas carne e osso Os olhos vazios, a pele pálida A morte é um espelho, um reflexo Do que fomos, do que somos Um momento, um suspiro, um adeus O cheiro da decomposição Um lembrete cruel da mortalidade A vida é um sopro, um instante Um cadaver, um destino, uma verdade No silêncio, o corpo se desfaz Um retorno à terra, à origem A morte é um ciclo, um renascimento Um cadáver, um novo começo