A morte é uma sombra que me segue Um passo atrás, um sussurro no ouvido Ela espera, paciente, silenciosa A ceifeira invisível, a colheita fatal Ela corta a vida, sem aviso, sem piedade Um golpe seco, um fim abrupto Não há apelação, não há perdão A morte é a única certeza, o fim do caminho Eu sou um alvo, um número na fila Um nome na lista, um destino selado A morte é a libertadora, a igualadora A única verdade, o fim da ilusão