Chamas que dançam, sombras que gritam A destruição é um fogo que consome Tudo o que toca, tudo o que vê Um rastro de cinzas, um silêncio cruel O som do colapso, o grito do medo A destruição é um grito de guerra Que ecoa pelo ar, que rassa o chão Um chamado à ruína, um fim sem fim A beleza do caos, a fúria do vento A destruição é um poder, um elemento Que varre o passado, que cria o vazio Um novo começo, um fim sem retorno No olho do furacão, o silêncio é total A destruição é um silêncio, um adeus Que ecoa pelo tempo, que rassa a alma Um lembrete cruel da fragilidade da vida