No vazio, a liberdade se ergue Soberania niilista, sem amarras, sem jugo Nada a perder, nada a ganhar A vida é um eco, um sussurro no ar Sem deuses, sem mestres, sem verdades A escolha é nossa, o destino é incerto Criamos o nosso próprio caminho No abismo, encontramos a liberdade A espada fincada no chão Um símbolo de força, de resistência O niilista, um guerreiro solitário Lui contra as correntes, contra a opressão No silêncio, a voz do nada Um grito de revolta, um chamado à ação Soberania niilista, um ideal A busca pela verdade, pela liberdade