A vida lubrifica as engrenagens Enquanto expomos ambas as gengivas Os dentes, tais quais águas-vivas Dançam em meio a tantas bobagens Banho de sangue com café frio O desjejum entre mais uma guerra Ciclo de morte que não se encerra Rimos e afogamos neste mar bravio Em vão, os nossos esforços No chão estarão os nossos ossos Em espasmos, o tempo se esgota Festejemos mais essa derrota Em vão, os nossos esforços No chão estarão os nossos ossos A vida lubrifica as engrenagens Enquanto expomos ambas as gengivas Os dentes, tais quais águas-vivas Dançam em meio a tantas bobagens Banho de sangue com café frio O desjejum entre mais uma guerra Ciclo de morte que não se encerra Rimos e afogamos neste mar bravio Em vão, os nossos esforços No chão estarão os nossos ossos Em espasmos, o tempo se esgota Festejemos mais essa derrota Em vão, os nossos esforços No chão estarão os nossos ossos