Pela entrada de serviço Pra não dar o que falar Eu uso de artifício Vou ao último andar Fazer amor pensando bem Levar calor a quem tem tudo e nada tem No corredor atapetado, espelhado Me admiro no reflexo O meu sexo sem complexo Ao soar a campainha, que doçura Vejo aquela criatura que me adora Nosso amor é proibido, escondido E por isso ela chora (ela chora!) É aí que eu deito e rolo Deito e rolo E perco a noção das horas