Você já se perguntou O que se passa Na mente de quem suportou Tanta dor? Você já se perguntou O que se passa Na mente de quem já causou Tanta dor? Não, e mesmo que tenha, nunca se compara É como imaginar a mente de um Fantasma A cada morte, a cada bala Juro que tento, mas não sinto nada Só me diz onde eu assino e eu mato Olha como é bom, só mais um contrato Sangue, morte, eu sirvo, como o prato Que se come frio, frio, tão frio O Outro Lado sente o calafrio, frio, tão frio Coberta de ódio e cê nem viu Head shot, próximo alvo Head shot, na espiral Head shot, que te consome Head shot, he-head shot Como quem anda na beira De um abismo, em desequilíbrio Como quem nana a cantiga De um amor tão raro e bonito Onde se esconde? Onde se esconde? Pobre Aurora Pobre Aurora Sua mãe te terá de volta E eu me enxergo na bala Vivendo em espiral Enxergando nos olhos de um Fantasma Ah, o que nos mata No final-nal? Se é esse mal-mal Que traz o sinal-nal Que o mundo é brutal Que eu me vejo na bala Vivendo em espiral Enxergando nos olhos de um Fantasma Ah, o que nos mata no final-nal? Se é esse mal-mal Que traz o sinal-nal Que o mundo é brutal E o inimigo Você já se perguntou O que se passa Na mente de quem já perdeu Sua própria paz? Claro que não Pois só um Fantasma aguentaria tanta pressão Saber agir com balas e não agir com coração Memórias surgem e me levam na contramão Se há perdão pra alguém como eu Ou não? Sem compaixão Como quem é um assassino? Um Fantasma Que olha nos olhos da morte, engatilha no click-clack E não para De virar na noite, um pesar De quem sente frio, frio, tão frio E mesmo em teus braços, sem ela ainda sinto frio, frio, tão frio Eu quero trazer o calor de quem já se sumiu Head shot, próximo alvo Head shot, na espiral Head shot, que te consome Head shot, he-head shot Como quem anda na beira De um abismo, em desequilíbrio Como quem nana a cantiga De um amor tão raro e bonito Onde se esconde? Onde se esconde? Pobre Aurora Pobre Aurora Pode apostar, sua mãe vai te trazer de volta E eu me enxergo na bala Vivendo em espiral Enxergando nos olhos de um Fantasma Ah, o que nos mata No final-nal? Se é esse mal-mal Que traz o sinal-nal Que o mundo é brutal Eu me vejo na bala Vivendo em espiral Enxergando nos olhos de um Fantasma Ah, o que nos mata no final-nal? Se é esse mal-mal Que traz o sinal-nal Que o mundo é brutal E o inimigo ruim