És tu, Oiapoque bendito Por afeto e amor varonil Tu realças tão bem com as matas E o azul neste céu cor de anil E teu ombro a conter a candura infantil Qual laço de amor paternal És respaldo puro de cultura universal Refletida leste a oeste De um extremo a outro no Brasil! Teu passado no presente é cantado Tua origem, poesia a sorrir Debruçado em altíssimo e consagrado Em louros do tesouro do porvir Reconheces teus filhos por bravura Qual Piñzon, pessoa, Crescêncio e Rondón E por isso tuas ações na floresta Cantam juntas a embalar-se neste som E teu ombro a conter a candura infantil Qual laço de amor paternal És respaldo puro de cultura universal Refletida leste a oeste De um extremo a outro no Brasil! Tua gente é leal, é guerreira a tua espera Não conhece do destino, a ironia Porque a paz é a rainha que impera E teus infantes escarnecem a tirania E teu ombro a conter a candura infantil Qual laço de amor paternal És respaldo puro de cultura universal Refletida leste a oeste De um extremo a outro no Brasil! Refletida leste a oeste De um extremo a outro no Brasil!