Céus encobertos me fazem lembrar Cortinas de sonhos me fazem lembrar Que um dia esbarrei e deixei por aqui Rasgando o escuro, um sopro de luz Suas sementes me fazem provar Férteis serão em bocas de sim Acima de tudo, o todo alcançar Um breve silêncio os faz sufocar Mil clarões estão por vir Mil promessas vi partir Mil clarões estão por vir Será um Deus o Sol? Mil clarões por vir Será um Deus o Sol? Quem o vir subir Verá um dia chover no Sol Breve para ti Será talvez o Sol Prece para ti Será um dia talvez o Sol Como gaivota acima do mar Vivo em busca da presa Do ventre, da dor, extrai o calor De um novo desejo Do velho sabor, o vil pescador Deitou no seu leito Passe por mim, passe por trás Corres para mim tarde demais Atravessei-te limbo E atravessei-te rindo Mil clarões estão por vir Mil promessas vi partir Mil clarões estão por vir Será um Deus o Sol? Mil clarões por vir Será um Deus o Sol? Quem o vir subir Verá um dia chover no Sol Breve para ti Será talvez o Sol Prece para ti Será um dia talvez o Sol Breve para ti Será talvez o Sol Prece para ti Será um dia talvez o Sol