No brilho do sol somos todos iguais Mas o sistema insiste em nos separar Julga a pele, esquece o coração Finge que é cego pra não enxergar Cor da pele não define ninguém O amor é que mostra quem é do bem Meu sangue é o mesmo que corre no teu Racismo é doença que o tempo não curou Nas ruas vejo irmãos sendo humilhados Por um olhar frio e um fardo pesado Mas a mente livre não se ajoelha Mesmo oprimido, ainda semeia Cor da pele não define ninguém O amor é que mostra quem é do bem Meu sangue é o mesmo que corre no teu Racismo é doença que o tempo não curou Educação é a chave da porta A verdade liberta, não importa De Babilônia eu não serei mais refém Sou filho da terra, igual a mais alguém Então levanta e canta comigo, irmão Contra o ódio e a segregação Que o som do reggae ecoe no chão E cure o mundo com compaixão