Isabela meu amor Tua bela atitude De entoar um louvor Aos anjos que nos cercam E nos protegem do terror Daqueles que pela maldade Atentam contra nosso amor Anima a meu pobre espírito Ergueram-se os muros do destino Dias depois daquela noite Na areia da praia, conosco ao luar Onde damos o primeiro beijo Bem em frente ao mar E se puseram as paredes entre nós A fim de nos separar Quem sabe se para nos testar E o destino nos dividiu Como folhas que se separam de seus galhos Ao caírem, mergulhando até o chão Numa tarde tranquila de outono Sem alarde estamos agora Separados mundo afora Na esperança de nos encontrar Sem novos amores, sem romances Para não haver de um ao outro machucar O destino separa para depois ajuntar E sabemos que nossos caminhos Hão de se acharem frente ao mar Quando a Lua tocar as ondas Nossas trilhas irão se encontrar Isabela meu amor Tua bela atitude De entoar um louvor Aos anjos que nos cercam E nos protegem do terror Daqueles que pela maldade Atentam contra nosso amor Anima a meu pobre espírito Ergueram-se os muros do destino Dias depois daquela noite Na areia da praia, conosco ao luar Onde damos o primeiro beijo Bem em frente ao mar E se puseram as paredes entre nós A fim de nos separar Quem sabe se para nos testar E o destino nos dividiu Como folhas que se separam de seus galhos Ao caírem, mergulhando até o chão Numa tarde tranquila de outono Sem alarde estamos agora Separados mundo afora Na esperança de nos encontrar Sem novos amores, sem romances Para não haver de um ao outro machucar O destino separa para depois ajuntar E sabemos que nossos caminhos Hão de se acharem frente ao mar Quando a Lua tocar as ondas Nossas trilhas irão se encontrar