É nesses dias assim que me vem a inspiração Pra me expressar tudo o que eu sinto, dentro do meu coração Da janela vejo a chuva, escuto a assobio do vento E o canto dos passarinhos, entra no meu pensamento Molha campos, plantações, deixa o solo submerso À água que mata a sede, dá inspiração pros meus versos Vejo campos, vejo matos, também vejo criações A chuva cai de mansinho, no telhado dos galpões Vai ter água a vontade a estiagem foi embora Rios que estavam quase secos estão botando água pra fora A natureza agradece ao grande pai criador Com as mãos voltadas para o céu, vibra o agricultor Essa gotas tão preciosas me inspiraram a cantar E os feitos divinais temos que admirar