Dois vértices brilham da união divina O Sol e a Lua giram na mesma sintonia O sopro e o fogo moldam o chão Tecendo no éter da criação O nó sagrado pulsa em dois corações Mistura as águas, funde direções Nenhum domina, nenhum se dobra Ambos sustentam a mesma aurora Homem e mulher, em um só elemento Raio e oceano em movimento Formando o que pulsa no coração Sinal eterno da integração Ela é o véu que cobre o infinito A Mãe das marés, o pulso bendito Seu ventre é templo, rio e chama Onde o tempo se curva e se inflama No olhar da Deusa mora a cura No toque, a calma que o caos segura Canta em silêncio, mas move o mundo Na força suave, poder profundo É a flor que brota na noite serena É o mistério que a alma acena No sangue, a Lua, no sopro, a vida No ventre, é onde a terra respira Cruzam os ventos, ecoam em pares! Dois astros selando seus altares! No pulso do tempo, o símbolo flameja! Duas forças e o mau fraqueja! Dualidade Divina! O Sol e a Lua em união! Dualidade Divina! A força da pura fusão! Dualidade Divina! O selo que une o céu e o mar! Dualidade Divina! O Todo é dois a se espelhar! Tudo é duplo, essência em reflexão Do fogo e da água vem a criação Dois são um na espiral da canção! Ecoando a verdadeira criação! Deusa Mãe, sustenta o fogo divino Guia o céu, acalma o destino Teu amor é o véu do poder Mas sem o Sol, tua luz não pode crescer Deus Pai, acende a chama do altar Mas sem a Lua, não pode reinar Tua força só vive na união Pois é dela que nasce toda tua criação Tudo é duplo, essência em reflexão Do fogo e da água vem a criação Dois são um na espiral da canção! Ecoando a verdadeira criação! Deusa Mãe, sustenta o fogo divino Guia o céu, acalma o destino Teu amor é o véu do poder Mas sem o Sol, tua luz não pode crescer Deus Pai, acende a chama do altar Mas sem a Lua, não pode reinar Tua força só vive na união Pois é dela que nasce toda tua criação Ela ergue o cálice, ele acende a chama E o cosmos vibra quando o amor se derrama Lado a lado, criam o destino Duas divindades num só caminho A energia sobe em espiral dourada Da carne à alma transmutada É o pacto antigo o Sol e a Maré Um só poder, duas sintonias de fé As vozes ecoam em tom de cristal No amor dos dois, o plano astral Da carne à estrela, a força se estende E o universo inteiro compreende Ele é o trovão que rasga o espaço A força que molda o tempo no aço Seu olhar é farol, sua voz comanda Mas sua mão acolhe, nunca demanda Do fogo do Sol nasce sua chama Que aquece, protege a mãe que inflama Ergue os céus sobre o firmamento Guiando a matéria ao pensamento É o guardião do círculo sagrado O verbo que move o destino traçado Em sua calma, o raio se acende Na sua vontade, o cosmos se estende Cruzam os ventos, ecoam em pares! Dois astros selando seus altares! No pulso do tempo, o símbolo flameja! Duas forças e o mau fraqueja! Dualidade Divina! O Sol e a Lua em união! Dualidade Divina! A força da pura fusão! Dualidade Divina! O selo que une o céu e o mar! Dualidade Divina! O Todo é dois a se espelhar! Tudo é duplo, essência em reflexão Do fogo e da água vem a criação Dois são um na espiral da canção! Ecoando a verdadeira criação! Deusa Mãe, sustenta o fogo divino Guia o céu, acalma o destino Teu amor é o véu do poder Mas sem o Sol, tua luz não pode crescer Deus Pai, acende a chama do altar Mas sem a Lua, não pode reinar Tua força só vive na união Pois é dela que nasce toda tua criação Tudo é duplo, essência em reflexão Do fogo e da água vem a criação Dois são um na espiral da canção! Ecoando a verdadeira criação! Deusa Mãe, sustenta o fogo divino Guia o céu, acalma o destino Teu amor é o véu do poder Mas sem o Sol, tua luz não pode crescer Deus Pai, acende a chama do altar Mas sem a Lua, não pode reinar Tua força só vive na união Pois é dela que nasce toda tua criação