Ergo minha espada entre os ecos do divino Com a fúria que pulsa dos véus do destino Minha carne carrega o peso dos ancestrais E minha alma ferve como mil rituais Meu sangue arde com o fogo do trovão Cada cicatriz é pacto com a criação Minha mente é lâmina que corta o engano E meus passos sagrados guardam os planos Falo com os ventos, comando seus giros E nos campos de guerra, escuto os suspiros Me chamam de mago, guerreiro, soldado Mas sou o que molda o destino selado Domino os símbolos, os gestos, as preces e runas E no campo astral ao mortal ergo minhas fortunas Minha voz é decreto, minha presença poder Sou o que resiste quando tudo perecer Não peço licença, minha mão é destino! Não recuo, pois meu caminho é divino! As eras me forjaram como fogo e metal Sou o Guerreiro, Mago do tempo ancestral! Sou eu, o que corta os véus com a espada da verdade! Sou eu, o que acende as chamas da ancestralidade! Sou eu, o que ergue as muralhas da história! Sou eu, o que marcha em direção da vitória! Minhas palavras são raios que rasgam o véu do medo No templo arcano, ergo selos e runas com os dedos Quando o tambor da guerra soa, a glória gira Nos livros do tempo, meu nome brilha No círculo de batalha, cada passo é feitiço Meu olhar destrava o sagrado artifício Os gritos do campo ecoam meu nome Pois onde piso, o próprio caos consome Meus braços canalizam o plasma astral Minha mente desenha o campo celestial Entre portais, conjuro espadas de luz E no som do silêncio, minha força conduz Sou o legado do que não foi vencido O rugido oculto no tempo esquecido Faço da dor meu código sagrado E de cada queda, um novo legado Cada inimigo que tombou diante de mim Foi ensinado a temer o que não tem fim Pois onde houver guerra, medo ou prisão Ali surgirá minha força em vibração Não peço licença, minha mão é destino! Não recuo, pois meu caminho é divino! As eras me forjaram como fogo e metal Sou o Guerreiro, Mago do tempo ancestral! Sou eu, o que corta os véus com a espada da verdade! Sou eu, o que acende as chamas da ancestralidade! Sou eu, o que ergue as muralhas da história! Sou eu, o que marcha em direção da vitória! Minhas palavras são raios que rasgam o véu do medo No templo arcano, ergo selos e runas com os dedos Quando o tambor da guerra soa, a glória gira Nos livros do tempo, meu nome brilha