Escolha uma cadeira Coma um pudim flan (vai po caralho!) Vai ouvir a história de Conan, o Homem Rã Escolhe uma cadeira Comam pudim flan Vai ouvir a história De Conan, o Homem Rã Conan, o Homem Rã Herói da Trafaria Nascido sem mamã Era filho de uma tia Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! A sua namorada Era uma indonésia anã Dizia a rapaziada Olha a miúda do Conan! Era debochada Não tinha sutiã Tinha a cona assada De foder toda a manhã Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Não fazia escolhas Fodia com tudo Estucadores e trolhas Até um surdo-mudo Era pelos campos Era pelas hortas O pobre Conan Já não cabia nas portas Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Um dia pensou O que é que hei de fazer? Fodasse, já sei! Vou comprar um fecho éclair! Enquanto ela dormia Coseu-lho na vulva Sem pagar portagem Não passa aqui uma pulga Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Foram lá escuteiros Foram japoneses Só os paneleiros É que não eram fregueses Era todo o dia Sempre dentro e fora E o Conan dizia: Crise? Qual crise? Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Epah, pôs-lhe um contador Mesmo ao pé da greta Fez-se milionário Tornou-se forreta Esta é uma história Plena de sucesso Não temos memória De maior burgesso! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã! Conan, Conan, Conan, o Homem Rã!