Se o medo traz Tanta ambição Um reino cai E precisa de uma ação Então erga-se novamente, Vazio Prove que ainda está comigo Desde a concepção Até seu último suspiro Onde estou? Me parece tão familiar Como um reino que desmoronou Onde o único luxo é ainda pensar Vejo em frente Como uma infecção tomando todo o seu ser Inconsequente Sacrificar tantas vidas ao buscar somente poder Me sinto perdido em uma encruzilhada Esquecida, ainda clamam suas almas Fantasma, eu sei muito bem quem tu és Rastejando por Hallownest Mas não posso permitir continuar Filho do abismo Nunca estaria pronto Pra ver o que há além do trono Sinto uma voz me chamar Ser do vazio, aonde se esconde? Deve vagar Em um reino caído, um semblante sem fonte, sem nome Cavaleiro, somos frutos de tantos defeitos Pode repetir esse passado Ou quebre o receptáculo Fonte da ilusão é o sonho Fonte do medo é o trono Nenhum preço é tão alto Que faz te tornar um monstro Em volta, eu vejo crescendo medo e receio Três faces em um só selo, guardando um só segredo Se fecham ao verdadeiro, se a maioria tem medo Um passo à frente, Sonhadora, uma escolha da Professora Algo me diz que está pronto Mas vai ter que me provar mais uma vez Sinto cada cicatriz da seda ao trono Uma marca que já pertenceu ao Rei Profundezas amargas Se ele é o mais vazio do abismo Por que o senti satisfeito? Parece que voltei pra casa Repetindo novamente Meu propósito termina assim? Quebrando as nossas correntes Acho que é hora do fim A infecção, infecção consome, mas nunca some Com um propósito em mãos, quem precisa de um nome? Mas nós somos como irmãos, tão pálida a cicatriz Se é no sonho, então eu vou cortar o mal pela raiz Quem acabou com a esperança Esse é o fruto da praga Nomeada a Radiância Bem de frente ao Fantasma Acabe com essa peste Que assombra Hallownest Quem é o vilão de uma história longa Depende de quem a conta Toda a essência perdendo a força Encurralada pelas sombras Com um grito do vazio Tremendo todo reino Mesmo ainda sutíl Seu propósito está feito Filho do abismo Nunca estaria pronto Pra ver o que há além do trono Sinto uma voz me chamar Ser do vazio, aonde se esconde? Deve vagar Em um reino caído, um semblante sem fonte, sem nome Cavaleiro, somos frutos de tantos defeitos Pode repetir esse passado Ou quebre o receptáculo