O dízimo não é pagamento É aliança e devoção É selo da fidelidade Que traz a proteção Gratidão virando força Fé vencendo a tentação No altar a ganância morre Deus governa o coração Quem entrega mostra o trono Onde firma a decisão Entregue no santuário Que reflete a unção Não é dado a homens, não É a Deus a consagração Sobe como adoração Volta em forma de provisão E mantém a chama acesa Da eterna devoção O dízimo é obediência É governo e direção É Cristo ocupando o trono E tirando a ambição É justiça na entrega É do céu a proteção Sustenta a Casa do Senhor E provê para o reino, então Toda vez que eu dizimo Deus assume a posição Não é negócio, é rendição O dízimo é o primeiro gesto Antes mesmo da razão O fiel não espera sobrar Entrega com decisão A obediência abre porta Traz a bênção com razão Quem devolve o primeiro fruto Nunca enfrenta a privação Pois Deus firma Seu cuidado E alimenta o Seu povo com pão Dízimo é mão voluntária É pureza na intenção Não é imposto ou cobrança É honra no coração Quem planta com fé prospera Quem reclama vive em aflição O valor até se conta, mas o peso é Devoção O dízimo é obediência É governo e direção É Cristo ocupando o trono E tirando a ambição É justiça na entrega É do céu a proteção Sustenta a Casa do Senhor E provê para o reino, então Toda vez que eu dizimo Deus assume a posição Não é negócio, é rendição Onde está teu tesouro Teu coração vai morar Dízimo não é doação É princípio pra honrar Quem tenta administrar o santo Só começa a se enrolar Pois quem quebra a ordem divina Vê as portas se fechar Volta com consequências Porque Deus honra a ordenação Quem tenta ser dono do santo Vive sob maldição Pois o dízimo tem endereço Tem regra e tem direção Mas quem se alinha ao Céu Vive a restauração O dízimo é obediência É governo e direção É Cristo ocupando o trono E tirando a ambição É justiça na entrega É do céu a proteção Sustenta a Casa do Senhor E provê para o reino, então Toda vez que eu dizimo Deus assume a posição Não é negócio, é rendição