Silenciam os vales, sussurra o além Chamadas de almas que esperam também Nas águas sagradas, o véu se desfaz O céu e a terra se unem em paz Cada nome escrito com fé e amor Ecoa no céu, perfuma o labor O que ligamos aqui, o céu reconhece E o elo por convênio eternamente resplandece Abrem-se as portas da eternidade O amor do senhor vence a morte e a saudade O batismo pelos mortos é um elo com o céu Ligando famílias em amor, por toda a eternidade Pensamos salvar os que já se foram Mas eles também por nós intercederam Nos laços do Cristo, ninguém fica só Os mortos nos salvam, nos elevam do pó Lemos em doutrina e convênios cento e vinte e oito, versículo dezoito Porque é necessário que eles sem nós não possam ser aperfeiçoados Nem nós sem nossos mortos possamos ser aperfeiçoados E assim, o batismo pelos mortos é o elo que liga o céu e a terra O presente e o eterno se unem em promessa Abrem-se as portas da eternidade O amor do senhor vence a morte e a saudade O batismo pelos mortos é um elo com o céu Ligando famílias no convênio por toda a eternidade Da sepultura à vida, um renascer de luz Do pó à glória, o caminho conduz Registrado na terra, no céu permanece E o elo por convênio eternamente resplandece Abrem-se as portas da eternidade Pelo sacerdócio e sua autoridade Na terra é feito, no céu é selado E o amor de Deus é eternizado De joelhos servimos, de alma cantamos Com nossos mortos, juntos voltamos Na glória do Cristo, a vida floresce E o elo do templo para sempre resplandece