A maré não pede licença Pra encher e vazar O asfalto queima o pé De quem não quer andar O sol não pergunta se pode nascer (Não, não, não, não) O dia se impõe, te faz entender Que o passo de hoje decide o viver Você vê o olhar que te chama Mas desvia o seu Você sente o peito que arde Mas finge que não aconteceu A palavra que fica na boca Seca, endurece e vira pó É o quase que dói pra sempre É o nó que te deixa só Quem não se apronta, a poeira consome A chance que passa não vai te chamar E o coração (o coração) Que treme e não age É o barco que afunda parado na margem Pois o amor não visita os covardes Quem não se apronta, a poeira consome A chance que passa não vai te chamar E o coração (o coração) Que treme e não age É o barco que afunda parado na margem Pois o amor não visita os covardes Tum-tum-pá, tum-tum-pá A maré não pede licença Pra encher e vazar O asfalto queima o pé De quem não quer andar O sol não pergunta se pode nascer (Não, não, não, não) O dia se impõe, te faz entender Que o passo de hoje decide o viver Você vê o olhar que te chama Mas desvia o seu Você sente o peito que arde Mas finge que não aconteceu A palavra que fica na boca Seca, endurece e vira pó É o quase que dói pra sempre É o nó que te deixa só Lê-lê-lê-lê-ô A vida é agora (O tempo é um rio) Não deixe o amor (Se perder no vazio) Coragem (É o sol que te guia) Coragem (Pra vencer todo dia) Coragem (O amor é coragem) Quem não se apronta, a poeira consome A chance que passa não vai te chamar E o coração (o coração) Que treme e não age É o barco que afunda parado na margem Pois o amor não visita os covardes Quem não se apronta, a poeira consome A chance que passa não vai te chamar E o coração (o coração) Que treme e não age É o barco que afunda parado na margem Pois o amor não visita os covardes Coragem Coragem (O amor é coragem)