Nada é eterno e quieto Sobre o mar litorâneo Uiva o vento em grotas violentas de sal Ah, quisera eu Que todo porto só aportasse aqui Aportasse em mim Não, não temendo ao menos Solidão de convés Pondo em cada mastro a bandeira de um amor Ah, quisera eu Que todo porto só aportasse aqui Se fizesse em mim Eu me daria então E ancoraria em paz