Oculto, com pregas, humilde Úmido ainda do amor Cravo roxo Escondido, respira no meio de mousse Que na bunda branca desce em doce debruce Em cola que rola na orla do arrocho Corrimentos escorrem lágrimas de leite Por peidos cruéis expulsas Choram pedrinhas de barro vermelhas Molham, convulsam Escorregam na descida Onde chamam: Vem, deite Sempre caí de boca e língua nessa ventosa Minha alma traí na foda material invejosa Ela fez dele lacrimário rubro Ninho de soluço Sabre brocha, tabu Mas é azeitona babada, flauta carinhosa Tubo onde desce a amêndoa oleosa Canaã feminina na umidade abre Desabrocha, molha, olha, vê Oh, cu