Quando você for ver o mar Seus olhos mergulhar na casa de Iemanjá Bahia e todos os santos vão abençoar E verá seu interior festejar A lembrança de ser livre Na selva, no barro, no mangue Quando você for ver o mar Seus olhos mergulhar na casa de Iemanjá Bahia e todos os santos vão abençoar E verá seu interior festejar A lembrança de ser livre Na selva, no barro, no mangue Na selva, no barro, no mangue Na selva, no barro, no mangue Na selva, no barro, no mangue Nas dunas de um corpo que baila No canto que o vento espalha Segue o barco, segue o rumo Quando você for ver o mar Seus olhos mergulhar na casa de Iemanjá Bahia e todos os santos vão abençoar E verá seu interior festejar A lembrança de ser livre Na selva, no barro, no mangue Na selva, no barro, no mangue Na selva, no barro, no mangue Nas dunas de um corpo que baila No canto que o vento espalha Segue o barco, segue o rumo Sobre o azul petróleo A bola de fogo se despede dos seus olhos Descendo quente, serena Quente, serena Descendo quente Desperta alucinação E verá seu interior festejar A lembrança de ser livre Na selva, no barro, no mangue