No porão daquela venda, onde a luz não quer entrar Tem um caldeirão fervendo pro ritual começar Ele não quer o seu ouro, nem o seu coração Ele quer sua alma morta, órgãos espalhados pelo chão Capa de cetim rasgada, bota de bico fino Ele risca o pentagrama e altera o seu destino! Mago das trevas! (Vem te buscar!) Mago das trevas! (Pra te enfeitiçar!) Ele troca a poção por um copo de rum Transforma o seu corpo em um morto comum! No balanço do inferno, o ritual é assim Um baile maldito, do começo até o fim! Ele invoca os demônios pra ganhar funcionário do mês Baixa a porra do bar, mata todos de uma vez! Lança um raio de fumaça da ponta do seu cajado Deixando o buteco todo amaldiçoado! Não adianta rezar, não adianta correr Se o mago quer o baile, você vai ter que sofrer! Ele some na neblina Deixando o cheiro de enxofre e brilhantina Mago das trevas!