Meu eu é casa velha Pedindo restauração Carcomida pelo tempo e dôres que escondi Toda cheia de vigas tortas, tantos traumas no porão Não é só uma goteira o que pode me derrubar É a fundação fraca, que eu teimei em negar Dores que nunca assumi e que, sorrateiramente me fazem sucumbir Diante de tanta pressão Cresci carregando, tantas crenças limitantes Feitas de tantos enganos, cá dentro em mim enferrujados Trabalho, família, pesos que o meu ombro curvou Me deixando assim Completamente esgotado Sou, arquiteto da alma Venho agora consertar meu chão! Tirar o entulho herdado, levantar um novo reino Pro homem que desaba, renascer Livre da submissão Meu eu é casa velha Pedindo restauração Carcomida pelo tempo e dôres que escondi Toda cheia de vigas tortas, tantos traumas no porão Não é só uma goteira o que pode me derrubar É a fundação fraca, que eu teimei em negar Dores que nunca assumi e que, sorrateiramente me fazem sucumbir Diante de tanta pressão Saudade dr ter propósito, nessa estrada sem farol Padrões herdados e vícios, nessa minha escuridão Na arquitetura do meu eu, estudo o que me sustenta Livro-me dos meus medos, e liberto minha essência, liberto minha emoção Meu eu é casa velha Pedindo restauração Carcomida pelo tempo e dôres que escondi Toda cheia de vigas tortas, tantos traumas no porão Não é só uma goteira o que pode me derrubar É a fundação fraca, que eu teimei em negar Dores que nunca assumi e que, sorrateiramente me fazem sucumbir Diante de tanta pressão