Ela nasceu, já no finzinho, da estação da primavera E ao nascer, encantou, até as estrelas Que para vê-la, encheram, o céu de esplendor E mesmo a Lua, que poderosa, em pleno ciclo crescente Surgiu no céu, de repente, para ver, o pingo-de-gente Que ofuscava a noite, com o seu fulgor Pois era ela, que ali nascia, poderosa escorpiana Lírio da Chapada com o nome de Suzana Conforme fôra, pelo seu pai, batizada Lírio Negro, linda de pele morena, pétala rara, doce e amena Dos jardins lá do Sertão, guarda segredos, dentro do seu coração Canção inteira, cantada numa nota só Pois seu amor, tão bem guardado, em seu seio, de menina Em seu olhar desvela, um meigo ser que fascina E que, por ser quem é, faz o mundo, bem melhor Pois era ela, que ali nascia, poderosa escorpiana Lírio da Chapada com o nome de Suzana Conforme fôra, pelo seu pai, batizada: Lírio Negro Linda de pele morena, pétala rara, doce e amena Dos jardins lá do Sertão, guarda segredos, dentro do seu coração Canção inteira, cantada numa nota só Pois seu amor, tão bem guardado, em seu seio, de menina Em seu olhar desvela, um meigo ser que fascina E que, por ser quem é, faz o mundo, bem melhor Suzana E que, por ser quem é, faz o mundo, bem melhor Suzana