Um poema dolorido, de ser frágil e tão sofrido, se que dói e ama Quando a dor profunda e inaliviável Chega e toca nossa frágil carne Parece que até a alma sangra E sem querer se traí e pelo nome dela chama, clama É impossível não titubear, se lamentar e se sentir, abandonado Sensação de impotência e de falência, diante da dor Faz nos reduzidos a um trapo, um farrapo, mendigando amor Ó Deus! Para onde vais exatamente nessas horas? Sofro e choro, minhas preces não te alcançam, morrem minhas esperanças E a solidão me devora! Ó Deus! Me perdoe, se no desespero que me abraça Não há nada que me acalme e que me faça Entender, que a vida é mesmo assim, tudo tem um fim e enfim, tudo passa! Tudo isso, ainda é muito pior Quando a pessoa amada, já não se encontra só Seguiu em frente e encontrou outro caminho E você se vê, perdido, abandonado e tão sozinho! Ó Deus! Para onde vais exatamente nessas horas? Sofro e choro, minhas preces não te alcançam, morrem minhas esperanças E a solidão me devora! Ó Deus! Me perdoe, se no desespero que me abraça Não há nada que me acalme e que me faça Entender, que a vida é mesmo assim, tudo tem um fim e enfim, tudo passa!