Hoje eu dormi sonâmbulo Num preâmbulo de chuva Que qual estrela eclodia No céu nublado de meu eu Nesse lindo sono escândalo O meu Sol tornou-se uva Madurando em seus lábios vândalos Nesse hiato de te sonhar Vivo e morro ao relento Abraçado ao seu olhar vento Feito brisa a me soprar Me falando sem palavras Das doçuras de tuas águas Tempestade de poesia Nas quais vivo a me banhar Excitados de voluptuosa poesia Que inebriante entorpecia rasgando o véu Tempestade de Poesia Num dilúvio de beleza Desvelando toda a grandeza Desse Sol, sorriso seu Estampando no infinito O seu sorriso labirinto Que me prende e deixa aflito Que tornou bem mais bonito O ato triste da espera Espera por, teu ser! Espera por você Nesse hiato de te sonhar Vivo e morro ao relento Abraçado ao seu olhar vento Feito brisa a me soprar Me falando sem palavras Das doçuras de tuas águas Tempestade de poesia Nas quais vivo a me banhar Nesse hiato de te sonhar Vivo e morro ao relento Abraçado ao seu olhar vento Feito brisa a me soprar Me falando sem palavras Das doçuras de tuas águas Tempestade de poesia Nas quais vivo a me banhar