Nosso amor era Sol, quente e ardente no meio do céu Devorava a alma, sem medo, rasgando o véu Você era minha chama, meu porto, meu tudo que eu quis Mas uma sombra fria, morava na minha raiz A insegurança mordia, um monstro no peito a roer Me dizendo que o certo era sempre, sempre duvidar de você! E na loucura de quem pensa ter mais, pra não ter medo de te perder Achei que ter duas me daria força, me sentir mais homem sem ao orgulho ceder Joguei no lixo o que era único e puro! Pois quem tem duas, na verdade, tem nenhuma! E eu fiquei na rua, eu fui imaturo, na minha própria mágoa, na minha penumbra Sua ausência é o que mais dói, um vazio em meu peito Uma culpa, uma mágoa, de um ato mal feito Um arrependimento que me culpa, corrói e dilacera Mesmo assim, uma parte de mim, ansiosa, te espera E a insegurança que mordia, um monstro no peito a roer Se calaria, e mais nunca, nunca iria duvidar de você E na loucura de quem pensa ter mais, pra não ter medo de te perder Achei que ter duas me daria força, me sentir mais homem sem ao orgulho ceder Joguei no lixo o que era único e puro! Pois quem tem duas, na verdade, tem nenhuma! E eu fiquei na rua, eu fui imaturo Na minha própria mágoa, na minha penumbra E na loucura de quem pensa ter mais, pra não ter medo de te perder Achei que ter duas me daria força, me sentir mais homem sem ao orgulho ceder Joguei no lixo o que era único e puro! Pois quem tem duas, na verdade, tem nenhuma! E eu fiquei na rua, eu fui imaturo Na minha própria mágoa, na minha penumbra