Um corte foi o que bastou pra renascer A minha posse, aqui basta pra mim ela ser Demônio da Guerra, me conceda, me conceda Não quero ser morta por ela (Então receptáculo seja) Só sinto desgosto Eles me odeiam, odeio em dobro Só sabem brincar feito bobos Mas no fim, isso só foi sobre inveja dos outros Me derrote, me mata, eu me ergo Mil demônios, comigo, eu carrego No fim, eu só tenho um desejo Que da Guerra todos tenham medo Guerra Um Demônio na Terra Eu não trabalho com trégua Muito menos pro Motosserra Armas em posse é o que eu manipulo E esse seu, seu esforço é nulo O apocalipse trarei no futuro Vou dominar tudo Sem motivo pra viver, eu só desejo morrer Acostumei com a solidão de não ter com quem conviver Mas agora com ele, já faz parte do meu ser Ao viver, me conformo como um ser que tem duas faces A oportunidade aparece Prevendo algo tão ruim O medo interno aqui cresce Demônio da Morte vem trazer o fim Tudo começa e termina com um vultoso disparo Se for pra salvar a humanidade, uma guerra, eu declaro Me derrote, me mata, eu me ergo Mil demônios, comigo, eu carrego No fim, eu só tenho um desejo Que da Guerra todos tenham medo Guerra Um Demônio na Terra Eu não trabalho com trégua Muito menos pro Motosserra Armas em posse é o que eu manipulo E esse seu, seu esforço é nulo O apocalipse trarei no futuro Vou dominar tudo