Largado e despedaçado A estranheza do meu ser Um corpo nu, totalmente exposto Ao Sol que queima a sua retina Envolto em uma casca de cobre (cobre) A concentração de luz é exorbitante Diante do acúmulo de energia Tudo se volta para apenas uma direção E a visão se borra de repente Com tanto brilho, a visão cede à escuridão Só restando a audição eu me pergunto o motivo Todos em volta do meu corpo Apenas cantando pelo ritual Meu corpo é oferecido aos deuses Fui sacrificado pela promessa de um mundo melhor E sem mais nada à temer Eu finalmente noto os ruídos Aqueles que sempre estiveram lá (Aqueles que sempre estiveram lá) Eu escuto uma batida E, de repente, eu vejo o reflexo do meu olho nos céus Quando eu o encaro finalmente cruzo a ponte da realidade Assim me torno capaz de entender os gritos do meu povo E eu percebo, enfim, que eu fui o culpado desde o início E tive o que eu merecia Aquilo que as leis da natureza ordenaram Me lembrei da profecia E o que me aprecia nesse momento É que tudo se foi com o vento que agora causa ardência em meu corpo É o momento perfeito para isso Uma carruagem de fogo aparece de repente O meu povo se contorce com tamanha bondade dos deuses Mas, ainda assim, continuam, não deixando de cantar A ciência ditaria como impossível Mas eu ainda sinto o meu corpo E uma batida Se eu devo ter Você deve ter E o tempo deve continuar E mais, deve curvar e deve explodir Como costuma acontecer Se pássaros devem construir isso E as abelhas devem se agitar A pessoa deve partir como opção do empreendimento abaixo Neste trigo, as ações irão se erguer em nós E esse comércio irá continuar E o mercado irá voar bruscamente Isso torna o caminho navegável