Toda vez que eu chego você desvia o olhar Mas quando eu passo perto eu vejo o peito acelerar Tá tremendo por quê? Eu nem comecei brincar Só encosto devagar E você já quer desmaiar Fala que me odeia Mas sempre volta pra mim Reclama do meu toque Mas geme quando eu tô assim Cê nunca me encara Finge que não sente nada Mas o seu corpo entrega tudo Mesmo quando você trava Eu sei que te irrito Eu faço por querer Mas só com você Eu fico assim também Toda atrevida Louca pra vencer A brincadeira Que só a gente tem Sob a luz da Lua Eu nunca fui sua Mas torturo você Porque sei que excita Quando eu desço lento Bem na sua cintura Fala que te assusta Mas me quer dessa altura E eu te provoco tanto Que cê não aguenta Senta e chora só quando eu deixo tenta Senpai omisso, sempre tão sem jeito Mas perde a linha quando eu toco no seu peito Cê pensa que eu não vejo Como fica me olhando Até morde o lábio Quando eu passo rebolando Diz que sou cruel E que eu te complico Mas quando eu beijo o seu pescoço Você perde o juízo Eu brinco te empurro Te puxo, te viro Te deixo vermelho Só com um suspiro E quando pergunto Se quer continuar Você desvia a cara Mas não para de tremer Fala que me odeia, mas quer mais Diz que te machuco, mas não sai Você vive fugindo, mas volta atrás E cai na minha mão toda vez, senpai Eu sou sua tortura favorita Sua dor bonita A maldade que te excita Sou a garota que te vira do avesso E que ri quando você perde o ar Cê tenta fingir que não pensa besteira Mas quando encosto a perna Você já nem se nega Fica me pedindo calma Mas quem disse que essa é a graça? Eu gosto de ver você quebrar Cada parte que tenta disfarçar E se hoje eu caprichar demais Cê vai falar que não quer Mas vai pedir mais E quando eu disser: Acabou Cê vai me puxar depois Porque essa tortura É só entre nós dois