Existem lendas do passado Que ainda vagam pelas estradas São como os ventos que sopram Pelo frio da madrugada Vivem em um caminho incerto Sem saberem o que procuram Ostentando a liberdade E a sede de aventura Seus caminhos são solitários E neles intensamente vivem Aproveitam com orgulho O destino de serem livres Seus espíritos são selvagens Nunca serão dominados Como a alma dos cavalos Que não podem, não podem ser domados Talvez sejam sonhadores Com estranhos sentimentos Ou rebeldes com saudade Cavalgando contra o tempo Não guardam dias pro futuro Pois o fim pode estar perto Querem poder olhar pra trás E dizer que estavam certos Seus caminhos são solitários E neles intensamente vivem Aproveitam com orgulho O destino de serem livres Seus espíritos são selvagens Nunca serão dominados Como a alma dos cavalos Que não podem, não podem ser domados Seus caminhos são solitários E neles intensamente vivem Aproveitam com orgulho O destino de serem livres Seus espíritos são selvagens Nunca serão dominados Seus espíritos são selvagens Nunca serão dominados Não podem ser domados