O calvário revela que o caminho é estreito E a cruz deixa claro qual é o preço do reino Nem o Messias foi poupado até ele sofreu Mesmo na morte ele cumpriu a vontade de Deus Foi ferido humilhado coroado de espinhos Mas com seu sangue consagrou o novo e vivo caminho Que leva todos os homens a presença do altíssimo Santificado seja o nome de Cristo Amor e sacrifício esse é o preço da glória A batalha real e sem luta não há vitória Se ferirem teu corpo ninguém toca sua alma Adoração é blindagem o colete é a santidade O mundo é o campo de guerra entre santos e potestades Que escolheram o martírio e a glória eterna Do que as falsas riquezas e o poder dessa terra Foram presos torturados e queimados vivos Serrados ao meio mas não negaram a Cristo Homens fiéis o mundo nunca foi digno Do sangue dos justos que lavou essa terra Não temeram a morte este é o segredo da guerra No confronto com Lúcifer resistiram pela verdade E morrer numa cruz é uma honra pra cristandade O coliseu pede sangue e os leões estão na arena E o cristão verdadeiro nem foge nem se lamenta No coliseu a vida é uma arena E o cristão verdadeiro não foge e nem se lamenta Luta até o fim na guerra sangrenta E é coroado de glória pela justiça suprema No coliseu a vida é uma arena E o cristão verdadeiro não foge e nem se lamenta Luta até o fim na guerra sangrenta E é coroado de glória pela justiça suprema É carmesim a mancha na história da humanidade É carmesim a semente que deu origem a cristandade É carmesim o sangue que jorrou do cordeiro É carmesim a lágrima dos fiéis que morreram Entre a cruz e a espada o inferno e o céu Entre a vida e a morte o inocente e o réu Entre a pomba e a serpente o lobo e o cordeiro Face a face com o inimigo os mártires não se renderam E suas palavras ecoaram no mundo inteiro O homem não é Deus a deidade não é cesar Nenhum imperador criou os céus e a terra Somente o Deus de Israel é digno de louvores E prostem, se diante dele reis e imperadores Podem acender a fogueira ou me lançarem as feras Mas meu joelho não se dobra pra uma imagem de cesar Só reconheço um Deus e seu nome é Jesus Cristo Quem no céu me honrará com a coroa do martírio Esse era o hino de vitória que calava a multidão Confundiu imperador e envergonhava os pagãos Yeshua hamashia ele é a nossa fortaleza E os portais do inferno não vencerão sua igreja O coliseu pede sangue os leões estão na arena Mas o cristão verdadeiro não foge nem se lamenta No coliseu a vida é uma arena E o cristão verdadeiro não foge e nem se lamenta Luta até o fim na guerra sangrenta É coroado de glória pela justiça suprema No coliseu a vida é uma arena E o cristão verdadeiro não foge e nem se lamenta Luta até o fim na guerra sangrenta E é coroado de glória pela justiça suprema Corpos iluminados brilhavam mais que a Lua No espetáculo hediondo em plena praça pública A bravura dos martíres impactavam as testemunhas Que aceitavam a Cristo e se ajoelhavam nas ruas Muitos eram presos e multidões livres em todos os lugares Eles matavam centenas porém nasciam milhares Entregando os próprios corpos as chamas do sacrifício E proclamando a salvação em nome do Deus vivo Vivendo o cristianismo no amor fé e devoção A uma entrega sem limites e sem nenhuma restrição Com o coração sobre o altar e renunciando a própria vida E anunciando o evangelho como a única saída Do império das trevas para o reino da luz Das garras de Satanás pros braços do Cristo Jesus Cairá por terra toda a investida do inimigo Cairá por terra toda a enganação do maligno Cairá por terra todo o roubo morte e destruição Cessara a guerra terá queda o gigante que virá ao chão O que é corrupto se revestira da incorruptibilidade E o corpo mortal se revestirá da imortalidade E se dirá onde está oh morte a sua vitória Cadê sua força oh forte sua algema e a falsa glória O coliseu tem sede de sangue com os leões na arena A salvação é só pra cristão que não foge nem se lamenta No coliseu a vida é uma arena E o cristão verdadeiro não foge e nem se lamenta Luta até o fim na guerra sangrenta É coroado de glória pela justiça suprema No coliseu a vida é uma arena E o cristão verdadeiro não foge e nem se lamenta Luta até o fim na guerra sangrenta E é coroado de glória pela justiça suprema É incontável o número daqueles que por amor ao evangelho Experimentaram o escárnio e açoites e até algemas e prisões Foram apedrejados foram tentados foram serrados pelo meio Foram mortos a fio de espada andaram vestidos de peles de ovelhas E de cabras necessitados aflitos e maltratados homens dos quais O mundo não era digno vagantes pelos desertos e montes Pelas covas e cavernas da terra e todos eles embora tendo recebido Bom testemunho pela fé contudo não alcançaram a promessa Deus havia provido coisas superiores a nosso respeito Para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados