Ouvi uma vez que o infinito é um dos deuses mais lindos Será que ele é uma bênção ou um castigo? Quero amar infinitamente Quero lembrar de cada doce momento indefinidamente Mas não quero a melancolia como prelúdio ao infinito Dispenso o aperto no peito infinitamente O oito duplo nos remete às saudades Uma homenagem aos meus amores Às estrelas que me olham lá do infinito Sete vezes falhei Mas oito vezes tentei Porque persisto no prenúncio do sucesso O que o infinito nos reserva? O nó da espera entala na garganta O estômago se contorce e o sangue gela Nem deveria esperar Mas o tempo é tão maior E minha pressa é tão ínfima Superstição, simpatia, afinidade ou pura poesia? Oito do progresso Infinito do sucesso Vou te esperar Tenho meus planos Ousados, loucos, insensatos Mas tão reais dentro de mim Mal ouso verbalizar E se não for pra ser, que eu não sofra tanto por te amar Às estrelas que me olham lá do infinito Sete vezes falhei Mas oito vezes tentei Porque persisto no prenúncio do sucesso O que o infinito nos reserva? O nó da espera entala na garganta O estômago se contorce e o sangue gela Nem deveria esperar Mas o tempo é tão maior E minha pressa é tão ínfima