Eu vi todo o meu povo sentenciado Por não me curvar ao orgulho, quis nos destruir Mas no secreto eu chorei e aprendi a entender No tempo certo, com coragem, Deus vai conduzir Foram dias, de jejum, de incerteza, clamor e medo E quando o tempo apertou, não pude me calar Em tua presença eu entrei, e a ponta do cetro eu toquei O nome esquecido veio a ser lembrado, diante do rei É isso que se faz ao homem, a quem o Rei deseja honrar Contra mim se levantou, quis nos destruir E a vergonha contra ti voltará Quem tramou no oculto se confundiu Quem armou a minha queda logo caiu Deus viu o nosso coração, e o pranto cessou O inimigo caiu no laço, que ele criou Nos defendemos, e a vitória Deus nos concedeu A mão que nos feria se enfraqueceu Contra nós o inimigo recuou E sobre eles o nosso povo triunfou É isso que se faz ao homem, a quem o Rei deseja honrar Contra mim se levantou, quis nos destruir E a vergonha contra ti voltará Quem tramou no oculto se confundiu Quem armou a minha queda logo caiu Deus viu o nosso coração, e o pranto cessou O inimigo caiu no laço, que ele criou