Me descubro no silêncio Nas cartas que fiz pra Deus e Iemanjá Nos distúrbios da corrente Que me leva de volta pra esse lugar Em mim De luz De sonhos Se tornando meu altar, enfim Iluminando o meu sentir Estar aqui me diluir em sonhos Navegar nas águas que já foram choro Reencontrar o fluxo desse rio Que não resiste a tudo Mas que sabe onde deve ir Reencontro no silêncio As respostas que eu não sabia dar Os versos de uma canção que Um dia já foram gritos sem pensar Em mim Corpos Distantes Duelando o mesmo lar, sem fim Imensidão do meu sentir Estar aqui me diluir em sonhos Navegar nas águas que já foram choro Reencontrar o fluxo desse rio Que não resiste a tudo Mas que sabe onde deve ir (Sonhos) (Choro) (Sei onde devo ir) (Sonhos) (Choro) Mas eu sei onde devo ir