Eu e a esperança no largo Na estação de ver, a vida como passa Em cada rosto, dois lados do mesmo ser Um bonde parado é sem graça É claro o motorneiro ainda não veio O motorneiro é São Sebastião Tacacá na Cuia, Pirarucu de casaca, moleque só de calção Tubo de cola escondido sob a camisa de um mero político Enrolada na mão, um paradoxo na cultura Chôro menino tão sentido pois perdeu pro grande céu, seu lindo balão A manauara linda, arranca suspiros quando passa Planta canções em meu coração E uma beleza índia, cruza o largo passo a passo Contrasta com o geométrico chão Até o Armando viu, mas quem viu primeiro foi São Sebastião E o Chiquinho pipoqueiro, se faz parceiro do ar Lança seu cheiro de pipoca, quase todos que cheiraram quase todos Querem pipocar Tacacá na Cuia, Pirarucu de casaca, moleque só de calção Tubo de cola escondido sob a camisa de um mero político Enrolada na mão, um paradoxo na cultura Chôro menino tão sentido pois perdeu pro grande céu, seu lindo balão A manauara linda arranca suspiros quando passa Planta canções em meu coração E uma beleza índia, cruza o largo passo a passo Contrasta com o geométrico chão Até o Armando viu, mas quem viu, primeiro foi São Sebastião E o Chiquinho pipoqueiro, se faz parceiro do ar Lança seu cheiro de pipoca, quase todos que cheiraram quase todos Querem pipocar