Nas profundezas das sombras, onde o silêncio se entrelaça Sob a terra, a escuridão respira Um trono de cinzas, onde sussurros se espalham O conclave convoca, onde almas sangram Eu me elevo nas asas do véu do crepúsculo Ludmilla, perdida nesta trilha assombrosa O luar sussurra segredos terríveis Uma coroa de espinhos e sonhos em chamas O beijo da corrupção a cada respiração Eclipsada por medos que dançam com a morte Em salões de obsidiana, nosso pacto se desfaz Um labirinto forjado em mentes torturadas Nos reunimos, o círculo amplo Com corações vazios, não podemos nos esconder Os ecos proferem uma maldição No coração das sombras, encontramos nosso reino Oh, conduza-me à costa da perdição Onde o silêncio reina e os sussurros rugem Na dança dos sem alma, nos entrelaçamos Filho da corrupção, meu coração é teu Oh, sob as estrelas, onde as sombras rastejam Lançarei meu destino, a escuridão profunda No seio do ritual, romperemos a noite Abraçaremos o vazio, revelaremos a luz Em sonhos de cinzas, vejo seu disfarce Seduzido pelo poder, sob nossas mentiras Os sigilos brilham com um tom carmesim Entrelaçados na teia dos poucos caídos Um destino distorcido que tecemos em temor Por corredores onde os perdidos fugiram Em cada cântico, ouça os segredos suspirarem Uma harmonia nascida das profundezas que clamamos Nos reunimos, a chama se acende Com corações vazios, trilhamos as luzes Os ecos anunciam uma maldição No coração das sombras, encontramos nosso reino Oh, conduza-me à costa da perdição Onde o silêncio reina e os sussurros rugem Na dança dos sem alma, nos entrelaçamos Filho da corrupção, meu coração é teu Oh, sob as estrelas, onde as sombras rastejam Lançarei meu destino, a escuridão profunda No seio do ritual, romperemos a noite Abraçaremos o vazio, revelaremos a luz Um espelho rachado, refletindo o medo A cada olhar, meu fim se aproxima O submundo chama, acena com verdade Onde cada batida do coração cai desalinhada Na névoa do ritual, perdemos a visão À medida que as bordas se confundem e desaparecem da luz Para sempre ligados pelos laços que juramos Na dança das sombras, renascemos Nas profundezas negras, meu espírito voa Ludmilla perdida, onde a escuridão reina Vagando para sempre, jamais livre Uma princesa presa à eternidade