Pai Afaste a fumaça que cega os meus olhos Privando me a visão do amor O ódio e a raiva plantados na terra Te rogo a cura em prece no altar Ser feliz, passará Minha dor tal quando eu bato no ar Minhas asas A estrela Mas só se permites brilhar Somos a forma de vida inferior Considerados vidas à se descartar Acreditamos no poder do amor Usando de seus restos pra se alimentar De nosso casco seu rancor não passará Se temos asas consideram assustador Desse esgoto uma semente surgirá Arrancará o ego desse mundo usando a música Ó, Senhor Me traga sua força pra perseverar Mostre a eles que a grana é pra te envenenar E destruir os sonhos coisa de vocês E te botar pra baixo coisa de vocês Me livra da vontade de abandonar Me livra da inveja, coisa de vocês Cantar para conectar, para libertar desobedecer Cantar para conectar, para libertar desobedecer Cantar para conectar, para libertar desobedecer Cantar para conectar, para libertar desobedecer Pai Afaste a fumaça que cega os meus olhos Privando me a visão do amor O ódio e a raiva plantados na terra Te rogo a cura em prece no altar Ser feliz, passará Minha dor tal quando eu bato no ar Minhas asas A estrela Mas só se permites brilhar, pai