Nada que eu faço exprime o meu eu Corro de um abismo, é tão inocente Mas ainda vejo uma luz volúvel Uma peste infame que corre da gente Igual ao preço de estar no presente Mas com o domínio do tempo supero Vou me desligar de tudo Nada responde melhor o futuro Encontro o nada e fico feliz Me desfaço de tudo e elejo o meu triz Mas vou subir lá e dizer o que penso Em cada minuto o nada é o lugar A prosperidade de um espaço em branco O transparente um vento já basta