Cura que começa no centro E se externa das bordas pra fora Capta frequências alternativas Expulsa as traças e aflora Dormindo em mim Sangue carmesim Dormindo em mim Sangue carmesim Guerreiro sedento por batalha Se ergue num dia nublado Gotejando no fio da navalha Toda ânsia de ser contemplado Pelos deuses, pelas feras Pelas ninfas e quimeras Pelos deuses, pelas feras Pelas ninfas e quimeras A maturidade veio espontânea Quando cessei persegui-la Ponto de chegada e partida se encontram Não mais diminuí-las Negar a mim, tomar a cruz O bem que quero, esse me traduz Negar a mim, tomar a cruz O bem que quero, esse me traduz Onde quero estar é no agora Essa é a decisão que impõe o depois Não vou atravessar a demora Por quem será e por quem foi