Discreto vou chegando, minha energia se espalhando Vou seguindo meu caminho e otários se achando Eu não sou de competir, eu não sou de discutir Eu só mando a real, eu não preciso fingir Meu lado paranormal, quer me consumir total Sempre fui de ir a fundo, odeio o superficial Eu nunca fui de julgar, sempre fui de apreciar Evoluindo a cada dia, se a vida é um jogo, quero platinar Essa é a real idade das trevas, com zumbis, monstros e cavernas Sobrevivendo, alma discreta, pra atacar, saio da névoa Perdoe-me a toda morte em vão, os erros me atormentarão, se for preciso eu luto de novo Em momentos de guerra, perco a razão Chegando na elegância, se transformando em matança Eu amo quando o inimigo já não tem mais esperança Já lutei muito por amor, lutei por uma companhia Elas vira a rainha do meu mundo brutal, enquanto otários chamam as mina de vadia