Cabeça nar nuvens Desde o tempo que a sessão era na pracinha Tentam derrubar mas eu caio pra cima Dentro da profissão que parece cassino Vacinado, aqui não tem vacilo Se pá deve ser a razão de eu ter nascido E tudo que venho sendo e vencido Depois da escuridão tem amanhecido Tenho a manha, inspiração Deus tem fornecido Saindo do forno, tô cheio de fome Papo morno dá sono, qual prato tu consome? Quando aperta é que tu se questiona Sigo alerta até se tiro a pestana Conquistas e cicatrizes que coleciono Quem fica no rali das vias que seleciono? Pra aliviar o estresse, nem sempre funciona Com as minas do meu telefone Não tem pra onde ir, tirando alguns irmãos do coma Espalhando que nem peste, luz além de flashs Mais um filho da babilônia Vou ter que deixar ir, se alguma coisa me aprisiona Querendo algo que preste, correndo atrás do cash Somos filhos da babilônia Mente de astronauta, nem aí pra NASA Uns carente de oxigênio inala eutanásia Na corrida pelo prêmio alguém se arrasa Nossa piscina não dá pé pra quem pensa raso Encher a torneira até nem perceber que vaza Artilheiro em campo de várzea Se vem cheio de merda eu já tampo o vaso Entre problemas e oportunidades O dilema tá na lente e a profundidade Sistema é máquina de enterrar talento Não dá pra ficar muito à vontade Mantém a correria em alta voltagem Vencendo anestesia e autossabotagem Falsa dopamina, ansiedade disfarçada E toda desgraça com outra roupagem Não tem pra onde ir, tirando alguns irmãos do coma Espalhando que nem peste, luz além de flashs Mais um filho da babilônia Vou ter que deixar ir, se alguma coisa me aprisiona Querendo algo que preste, correndo atrás do cash Somos filhos da babilônia