Contemporâneo Porcariada É tão underground que buga É que já, já chega dezembro Prometi não me apegar tanto (nunca) Pensamentos me conturbando Siga em frente, mantenha a conduta (sempre) Mas não conto com o Sol brilhando novamente Palavras asquerosas de afeto Sempre buscando algo em troca Nós somos o que nós temos Com você quem que se importa? (Ninguém) Cinzas no meu teclado Alt Tab talvez pule da janela (um dia) Pra baixo ouvindo yung boy Jamais quebrado novamente Promessas que quebrei com o tempo Você não é rapper, te falta fermento (muito) É que o crioulo tá disposta a farma um império Fui egoísta, Walter White Só porque me sentia vivo Mesmo só partiu sorrindo (também) Esse rene se fodendo com meu fígado Não conte com finais felizes (Nunca comprei merda) Porcariada Foi mal Traz mais (ow) Opioides me deixam legal Substâncias que tiram esse caos Me acostumei a não tá no mundo real Ele quis salvar ao seu redor Mas não salva nem a si próprio Suas palavras de conforto Não funcionam nas ruas de sangue (Não, não) Você claramente não sabe com quem está falando Então eu vou esclarecer Eu não estou em perigo, Skyler Eu sou o perigo (merda) Um cara abre a porta e leva um tiro (nunca) E acha que farão isso comigo? Não Eu sou o cara que bate É que já, já chega dezembro Prometi não me apegar tanto (nunca mais) Pensamentos me conturbando Siga em frente, mantenha a conduta Se não for eu Quem que vai ser o demônio dessas ruas? (Ninguém) Tarde demais pra pular fora Droga no quarto vendo o led mudar de cor Mais um dia aprendo os olhos Mas foi contra a minha vontade Contemporâneo Porcariada É tão underground que buga (Que buga, que buga) É que já, já chega dezembro Prometi não me apegar tanto Pensamentos me conturbando (Porcariada)