Vi que tem uma falsa percepção de mim Não seria persuasivo se recebesse tanto sim Me fala qual a máscara que você quer por Me sentindo um fracassado eu luto igual um vencedor Porque você quer tanto ser a dona da verdade? Eu fiz uns rap e virei o dono da cidade! Vou te presentear com tempo de qualidade Brota na minha base que te fodo até mais tarde! Faço o caos da minha vida virar contemplação Vivo recebendo spoiler da intuição Foda-se o desapego, eu sempre me entrego Com um buquê de flores do tamanho do meu ego Quanto mais marrenta, mais fico excitado Me divirto deturpando o que chamam de sagrado Ela surfa nessa onda de biquíni no cerrado Amor cê tem o mel que me deixar obcecado! Luzes da rua, azul neon Me sinto só, sem tu Sem sorte Alma flutua na frequência do som Me sinto mal, sem rumo Sem norte Tipo de mulher que me faz romântico Fluente em inglês com o sotaque britânico Eu dirigia um carro velho que me deixava em pânico Eu empurrava nela num desastre mecânico Queimando mais um beck, Lago Norte QI Sete Tomando Sol no deck escutando Filipe Ret Marolando com Kevin, Gucci, Rocai e Fred Santa Cruz de Taguatinga, Vila Sarah Kubitschek Vim do barro branco, trampando igual candango Apreciando a solidão que nem um tigre siberiano Jesus Cristo no comando, fé que tá voltando! Só na cabeça de vocês que o Estado é sobrerano Se não me tirar da sua mente vou virar um hospedeiro Com o papo que convence mais do que o dinheiro Salve Espaço Cultural Galeria Olho de Águia Últimos tempos da sétima vaca magra! Luzes da rua, azul neon Me sinto só, sem tu Sem sorte Alma flutua na frequência do som Me sinto mal, sem rumo Sem norte (MODRA) Eu já sei teu endereço nessa bala tem teu nome Compro sem olhar o preço, fantasma te come e some Junto grana, como ela, queimo haxi, fico leve Faço corre de BM fumo um verde com os moleque Eu faço um bolo de nota ela me chama de confeiteiro Onde eu passo piso calmo sempre mantendo respeito Fodo ela não me esquece na DM lança o peito Me odeia e me ama por que eu sou desse jeito Pensamento suicida, minha cara de sínico Ninguém tá puro ou limpo, sempre tô puto eu minto Doidão foi premeditado, peguei a paranga de cinco Ontem eu não tive sorte, calça embaixo eu tô sem cinto eu tô sem saco Fruto proibido do cerrado Na batida que eu mato Rataria de Brasília eu tô doidão queimando mato Eu sou poeta do pecado Como até ficar enjoado Pra comédia é pouco papo eu não pulo nesse som fraco