Sou do sertão, é de coração Não troco por nada o meu paranazão Gosto do poeirão da estrada Do canto dos grilos e dos pássaros Sou do agro, eu sou do mato Aqui não tem tristezas é fato Foi lá que eu nasci E lá que eu quero viver, e morrer Lá eu tenho uma morena pra beijar, família pra zelar Um cavalo bom de sela Só peço a Deus saúde e paz O resto a gente corre atrás Cadê a galera do chimarrão e tereré? Que gosta de paiero e um bom mê Que não gosta de churrasco E moda de viola, bom sujeito não é