Eu não sei para onde ir Andando por ai sem rumo ou prazer Você está nas sombras do olhar Só esperando eu tropeçar Sutileza no andar Olhos penetrantes Persuasão no ar Se tivesse um jeito de saber Que em seus braços eu ia sofrer Você não vale nada Aquela velha historia Não tenho medo do escuro Vampiro! Agora deita e chora Chegou a sua hora Silencioso e cretino Vampiro! E o veneno corre frio Fome incontrolável Um sonho febril Meu reflexo some com o olhar Não tenho mais como escapar Ceu vermelho salvar Olhos marejados Sangue a fervilhar Se eu soubesse que não ia voltar Naquele beco não iria entrar Você não vale nada Aquela velha historia Não tenho medo do escuro Vampiro! Agora deita e chora Chegou a sua hora Silencioso e cretino Vampiro! Sou a sombra do prazer É no teu medo que encontro meu viver Em meu abraço você vai descansar Teus olhos fecham sem querer voltar Promessas a pagar Eternidade vai me condenar Mas enquanto eu rumar O Vampiro vai atacar! Você não vale nada Aquela velha historia Não tenho medo do escuro Vampiro! Agora deita e chora Chegou a sua hora Silencioso e cretino Vampiro! Você não vale nada Aquela velha historia Não tenho medo do escuro Vampiro! Agora deita e chora Chegou a sua hora Silencioso e cretino Vampiro! (Vampiro) (Vampiro) (Vampiro) (Vampiro) (Vampiro)