Oh, na, na, na, na, na, na, ná Oh, oh Oh, na, na, na, na, na, na, ná Ninguém sabe o meu jeitinho de amar Só ela sabe tudo que eu preciso Preenche o meu vazio Adoça o meu amargo com seus beijos de amor Acaba com a minha ansiedade e me dá uma razão de viver É o Sol do meu inverno que me aquece com teu calor Sabe decifrar meus silêncios e meus medos Conhece os atalhos do meu coração É abrigo quando o mundo me desaba Me devolve a paz com um simples toque da mão Seus beijos têm gosto de redenção Me tiram da sombra, me trazem razão É nela que encontro sentido e direção A luz que me guia na contramão Ela é o Sol do meu inverno O calor que me faz renascer Quando tudo parece sem sentido É nela que eu volto a viver Ela é o verso que faltava Na canção que eu nunca consegui escrever Só ela entende meu jeito torto de amar E transforma em poesia o meu sofrer Ela é o Sol do meu inverno O calor que me faz renascer Quando tudo parece sem sentido É nela que eu volto a viver Ela é o verso que faltava Na canção que eu nunca consegui escrever Só ela entende meu jeito torto de amar E transforma em poesia o meu sofrer Oh, na, na, na, na, na, na, na Oh, oh Oh, na, na, na, na, na, na, na Só ela sabe o meu jeitinho de amar Sabe tudo que eu preciso Preenche o meu vazio Adoça o meu amargo com seus beijos de amor Acaba com a minha ansiedade e me dá uma razão de viver É o Sol do meu inverno que me aquece com teu calor Ela decifra meus silêncios e meus medos Conhece os atalhos do meu coração É abrigo quando o mundo me desaba Me devolve a paz com um simples toque da mão Seus beijos têm gosto de redenção Me tiram da sombra, me trazem razão É nela que encontro sentido e direção A luz que me guia na contramão Ela é o Sol do meu inverno O calor que me faz renascer Quando tudo parece sem sentido É nela que eu volto a viver Ela é o verso que faltava Na canção que eu nunca consegui escrever Só ela entende meu jeito torto de amar E transforma em poesia o meu sofrer Ela é o Sol do meu inverno O calor que me faz renascer Quando tudo parece sem sentido É nela que eu volto a viver Ela é o verso que faltava Na canção que eu nunca consegui escrever Só ela entende meu jeito torto de amar E transforma em poesia o meu sofrer Oh, na, na, na, na, na, na, na Oh, oh Oh, na, na, na, na, na, na, na Oh, na, na, na, na, na, na, na Oh, oh Oh, na, na, na, na, na, na, na